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domingo, 11 de setembro de 2011

Quarto com jeito de adolescente

Organizar a bagunça nem sempre é uma tarefa fácil, as vezes falta vontade, senão espaço..

A pedido de um(a) leitor(a) seguem sugestões divertidas, diferentes e interessantes para quarto de adolescente (meninos e meninas), espero que gostem.



Um título para uma foto sem titulo

Cama, armário e criado-mudo para ela; cama, armário e criado-mudo para ele. Somente a mesa de estudos e a sapateira (foto) têm uso compartilhado – ainda assim, com espaço garantido para os dois. A porta de correr permite que nenhum centímetro quadrado seja roubado da dupla.

Palavra dos especialistas em educação: escrivaninha arrumada e horário fixo para a lição de casa melhoram o bom desempenho escolar. Deixe a bagunça, os brinquedos e os joguinhos eletrônicos longe daqui. Neste pedaço, só há lugar para livros, cadernos e computador – de preferência um notebook, que ocupa menos espaço.

A lição número 1 é não exagerar nas medidas da mobília. Quando se trata da cama, analise o tamanho do colchão e o volume da cabeceira. Uma peça clara e retinha ocupa menos espaço e evita a sensação de ambiente cheio demais. Dois armários, com três portas cada um, são mais versáteis do que um guarda-roupa gigante, já que eles podem ficar juntos ou separados, ou ainda ser mudados de lugar. E evite cortinas franzidas, que tomam espaço e são um problema para quem é alérgico. Nesse caso, foi usada uma persiana de PVC que imita madeira - moderna, unissex e, sobretudo, compacta.

A estante suspensa é composta de dois módulos sobrepostos, parafusados na parede e um cabo de aço, fixado no teto, para dar sustentação. Na lateral da estante, uma brincadeirinha: a superfície de laminado foi lixada e pintada com tinta lavável roxa (Luksclean1945, da Lukscolor), fazendo as vezes de um quadro de recados. Mas deixe secar por pelo menos 24 horas antes de escrever – e só use giz para lousa.

Crianças amam novidades – e vão adorar a cabeceira com lençóis e edredom. A capa estampada, com bordado, parece uma fronha: basta vesti-la por cima. O mais importante é o recheio de fibra sintética, desses usados em colchas de matelassê, que impede que a peça fique molenga. Mas, se a intenção for harmonizar a cabeceira com diferentes roupas de cama, observe os tons do que você já tem em casa e escolha uma estampa que sirva para todas. E repare no detalhe da almofada de ovelha que guarda o pijama!


Revista Minha Casa - setembro 2010










Cavalete amarelo canário Libro













Nada mais atraente para um adolescente que um ambiente despojado, rústico e moderno. O piso de peroba e o teto com caibros de madeira, na inclinação do telhado, dão sensação de aconchego ao ambiente. A TV está presa num suporte giratório. Ao lado da bancada de estudos, um móvel com gaveteiros organiza livros e cadernos. Repare ainda nos ganchos fixados na parede: eles economizam espaço e funcionam como cabide para que mochilas, roupas e bonés não se espalhem pelo ambiente.



O menino de 12 anos queria que seu quarto de quase 20 m² tivesse tudo de que ele gosta: espaço para os amigos, muitos armários e um visual radical.  A espaçosa bancada de estudos ganhou prateleiras e nichos que acolhem TV, som, vídeo, fitas de jogos, CDs e DVDs. Para não prejudicar a abertura da janela, criou-se um baú-cabeceira, onde ficam guitarra e amplificador.



Uma grande bancada de laca branca integra a cabeceira neste quarto de 14,8 m². O dono, uma rapaz de 18 anos, queria um dormitório funcional, que não tivesse aparência infantil nem séria demais. Um painel de aço inox foi fixado na parede junto à cabeceira, criando um espaço para fotos e recados. A área de estudo ganhou prateleiras e um móvel volante com gaveteiro. Sobre o piso de perobinha clara, um tapete fofo traz conforto e destaca a área de circulação. Na janela, uma persiana rolô filtra a luz natural.


O proprietário deste quarto de 15,5 m² tem 15 anos, mas mesmo assim queria um ambiente clássico de descanso, tingido com tons sóbrios como cru, bege e fendi. A bicama encostada à parede propicia um melhor aproveitamento dos espaços. Na parede ao lado, um espelho de grandes dimensões aumenta a sensação de amplitude no dormitório e reflete uma caricatura gigante que retrata o morador. Sobre as prateleiras repousam coleções, raquetes e bolas de tênis, o esporte mais praticado. Focos de luz embutidos foram distribuídos no forro ao redor de toda a área.

 O proprietário deste quarto de 14 m² é fanático por cinema. O acesso é obtido pela escada de metal que se apoia em qualquer um dos quadrados vazados. A área foi dividida em dois ambientes por meio de um armário baixo, onde fica a pequena TV giratória com fiação embutida. De um lado, um sofá se transforma em cama, assim como o pufe. Este se encaixa sob a mesa de cabeceira, liberando espaço quando não está em uso. Do outro lado, a longa bancada reúne computador, gaveteiros e mesa desdobrável para trabalhos em grupo.


Um visual essencialmente masculino marca o dormitório do rapaz de 16 anos. O efeito visual ficou ainda mais destacado pelo nicho com iluminação embutida, inserido sobre a cabeceira da cama. A escrivaninha com tampo duplo – madeira e vidro – ganhou a companhia de um armário suspenso, fechado com portas corrediças de vidro verde, combinando com todo o ambiente.



Além de uma cama macia e um canto para estudar, o dono do quarto de 16 m² queria um espaço privilegiado para as coisas relacionadas ao esporte que pratica.  As bolas ganharam lugar sobre uma bancada baixa, a mesma que embute os aparelhos de som e vídeo e também possui gavetas para apetrechos esportivos. A marcenaria é enxuta: toda de laca branca e linhas retas, ela satisfaz as necessidades do jovem sem sobrecarregar o ambiente com excesso de móveis.



Não precisa nem dizer que o dono deste quarto é louco por música. Quem entra nos domínios de Renan, de 16 anos, é surpreendido por uma enorme pintura de Bob Marley, que ocupa toda a cabeceira da cama. “Gosto de reggae desde moleque”, conta o adolescente, que toca violão e guitarra. Para ressaltar a figura, pintada pelo artista Prisola, móveis neutros em que predomina o branco. A cama esconde um baú, que ajuda a pôr fim em qualquer bagunça.



A proposta  para o quarto de Matheus, 12 anos, foi criar uma base neutra com os móveis principais. “O melhor é bolar uma decoração independente da idade, que resista à mudança de interesse, comum nessa fase, e não precise ser trocada a cada ano”, explica ela. Outra sacada do ambiente é a mobilidade: além do carinho de TV, com rodízios, a bancada se desloca – ela possui um eixo giratório preso junto ao lambri. Assim, há espaço suficiente para quando amigos quiserem pernoitar ali.



Um único móvel agrupa bancada, estantes e gaveteiros no quarto de André, 9 anos. Com muitas prateleiras e nichos abertos e fechados, o móvel abriga de miudezas a material escolar. “Desenhado em forma de L e tampo arredondado no canto, ele não prejudica a circulação". Localizado junto à janela (que é de correr), o conjunto aproveita o lado mais iluminado. Aliás, a iluminação também foi repensada.



O proprietário tem 12 anos, é atleta de tênis e futebol, com uma coleção de medalhas e troféus. Esses elementos nortearam o projeto do quarto. A  madeira certificada nos móveis e algumas peças têm rodízios, o que facilita a mudança na distribuição. O comprimento das pranchas de madeira apoiadas em mãos-francesas serviu de parâmetro para a bancada de estudo, de mesmo acabamento. Tons sóbrios em tecidos e revestimentos evocam sobriedade.



Os amigos do garoto de 8 anos ficam surpresos quando entram em seu quarto, de 20 m². Apoiado na estrutura do closet aberto, o mezanino, a 2 m de altura, ganhou zabutons, que acolhem as visitas para pernoites. Para descer de lá, basta escorregar pelo tubo de bombeiro ou se pendurar na escada e se atirar nos pufes em forma de bola. Tons vibrantes de verde e azul em paredes e acessórios oferecem uma atmosfera cheia de energia. “Explorei o branco na marcenaria para equilibrar o excesso de cor”, explica a decoradora Simone Goltcher. Fácil de limpar, o piso vinílico é indicado para quartos de alérgicos.




Quarto Jovem. Inspirado em um jogador de polo, traz uma cama não convencional, com cabeceira de tecido e colchão embutido no piso de madeira de demolição. O nicho ao redor da janela é revestido de mármore e abriga um futon onde é possível relaxar ou usar o computador. Reproduzida em lona, a bandeira do Reino Unido faz alusão ao local considerado o berço do esporte.




Quarto de menino. O quarto faz homenagem ao surfista Armando Daltro. Nas paredes e no mobiliário, tons terrosos resgatam elementos da natureza e, em conjunto com a iluminação e os detalhes no teto, trazem sensação de aconchego. A marcenaria foi planejada para melhor aproveitamento do espaço e atender às necessidades do dono do quarto.

  

Os irmãos de 8 e 11 anos, já estavam acostumados a dividir o mesmo teto na hora de dormir. Quando a família se mudou para um apartamento maior, a ideia de ficarem separados não os convenceu. “Propus unir os dois quartos e criar um espaço maior que eles pudessem compartilhar”, fala a decoradora. O novo ambiente ficou com amplos 17 m², mas nem por isso encheu-se o lugar de móveis. Tantos as camas como a bancada, alojadas em cantos opostos, foram dispostas em L. Dessa forma, liberam a maior área possível dentro do quarto. Para subir nas camas, que têm 80 cm de altura, os irmãos usam uma escadinha. Na base dos móveis, há gavetões de 84 cm de profundidade para brinquedos e roupas de cama. A tinta laranja marca o local onde estava a parede entre os quartos, retirada na reforma.

Móveis capazes de manter sempre em ordem o quarto dos filhos adolescentes, Fábio e Fernando, foi o pedido da mãe para as decoradoras. Além do armário de roupas compartilhado, eles dividem a bancada de estudos e os módulos de parede. Nas camas, há rodízios, permitindo a disposição em L ou paralela. A ampla cabeceira de couro dá comodidade em ambos os casos.

Como o ambiente é grande, com 25,50 m², distribuí o mobiliário de forma que cada uma ganhasse o próprio espaço”, explica. Assim, tudo que existe de um lado também existe do outro: cama, armário e escrivaninha. E não para por aí. As irmãs controlam individualmente a luz, têm telefones separados e podem receber amigas para dormir graças às bicamas. Apesar da individualidade das áreas, o mobiliário é idêntico.


As trigêmeas de 15 anos queriam dormir no mesmo quarto, porém precisavam de cantos separados para estudar. A solução encontrada pelos pais foram os móveis de estrutura tubular que podem ser montados de acordo com o espaço disponível. Sendo assim, o ambiente de 13,2 m² foi mobiliado com um beliche do qual faz parte uma bancada de estudos. Duas escrivaninhas idênticas, com tampos de MDF com resina poliuretânica texturizada, ficaram lado a lado na parede e, de frente para elas, um sofá-bicama. “Essas peças ocupam menos espaço do que as feitas em marcenaria”, diz a mãe das meninas.


Os adolescentes de 16 e 18 anos não gostaram nada quando os pais comunicaram a mudança da família. Motivo: iam para um apartamento menor, onde passariam a dormir juntos num dormitório de 18 m².
Com apenas uma mesa-de-cabeceira, sobrou pouco espaço para as luminárias, que acabaram sendo parafusadas na parede. Os irmãos curtiram as ideias e adoraram saber que agora teriam uma TV de plasma só para eles.


A proprietária de 14 anos, se encantou pelo algodão estampado que hoje forra a colcha sobre sua cama, um modelo baixo e com nichos para livros e revistas. O tecido reveste também os futons e a cortina. “O quarto de 16 m² possui uma atmosfera feminina e alegre”, diz a decoradora.  A cadeira de bambu aquece a bancada de laca branca. Para garantir a luz na medida certa, o xale da cortina tem apoio de panos do tipo blecaute.


A dona deste dormitório de quase 9 m² tem apenas 5 anos, mas os pais queriam uma decoração capaz de resistir até a adolescência. “Fizemos um quarto com cama de adulto, pusemos uma penteadeira pequenina na lateral e uma escrivaninha que futuramente terá um computador”, dizem os arquitetos . A bancada de estudos ganhou um móvel de apoio inferior com gavetas para material escolar e prateleiras deslizantes com CDs e DVDs. Os móveis de peroba-mica são sólidos e duráveis, portanto toda a referência infantil será facilmente alterada com uma simples troca de colcha, almofadas e acessórios decorativos.


 Feminino e charmoso, mas nada excessivamente romântico. Era assim que a garota de 13 anos queria seu quarto de 13,25 m². “Coloquei flores de poliuretano em relevo nas paredes e pintamos todas de branco”, explica a arquiteta. De modo a aproveitar melhor o espaço, a bancada de estudos ficou encostada em frente à janela. Nichos laqueados de diversas formas e tons foram fixados na alvenaria e guardam livros e objetos decorativos. Almofadas lisas, listradas e bordadas destacam-se sobre a colcha branca.

A cama-sofá ficou encostada à parede, liberando espaço de circulação, e a penteadeira ganhou dupla função, pois também funciona como bancada de estudos. Prateleiras laqueadas expõem quadros com motivos delicados. Cortinas leves cobrem toda a largura do quarto de 15 m², apesar de a janela não ser tão extensa.

Bicama para receber as amigas, armários amplos para guardar muita roupa e a cor pink pincelada em todo o ambiente de 13,5 m². “Os desejos da moradora, de 17 anos, foram plenamente satisfeitos”.Como o tom era o mais importante, vários elementos fizeram a diferença: sobre a colcha neutra de microsseda matelassada foram aplicadas fitas de cetim em vários matizes de rosa. Almofadas de diversos tamanhos e formas trazem conforto. O tapete felpudo contrasta com o piso claro. No reflexo do espelho que reveste a porta do armário, se vê a bancada de estudos.

Para realizar os desejos de uma adolescente às vésperas da maioridade, a decoradora Jóia Bergamo idealizou um quarto multiúso com 16 m². A marcenaria laqueada prevê lugar para tudo. Na parede de cabeceira, revestida de croco, nichos exibem a coleção de bonecas bailarinas. A cama possui um colchão extra escondido sob o estrado, e a área de estudos tem um tampo em L para acomodar mais gente. Repare à direita: os CDs ficam acondicionados em caixa de acrílico adaptadas em um tudo de aço giratório. O quarto também agrada por sua luminosidade.

Mal dá para imaginar que a dona deste quarto tão sóbrio é uma menina de 11 anos.  Assim, os pais não precisarão trocar nada aqui nos próximos anos. Espaçoso (21 m²), o lugar comportou um closet, separado pelo painel de madeira wengé e aço inox, material que, colocado ao lado da janela, reflete a luz e ajuda a iluminar o interior.

Escrever poesias, e-mails para as amigas e ouvir música são os passatempos preferidos de Geórgia, 14 anos. Para fazer o que gosta, ela ganhou uma bancada de estudo com 3,50 m de comprimento e uma confortável cama com ares de sofá, que libera a área de circulação. Tecido de rami reveste a parede em que foi instalado o quadro de avisos, que mescla vidro e retalhos. Ali, a estante de gesso é uma opção mais barata do que a de madeira.


A mãe das meninas queria incentivar o convívio entre as filhas. Por isso, a solução foi unir duas suítes de 12 m² – um dos banheiros acabou virando closet. Na decoração, Ana buscou um clima bem feminino: além cor rosada das paredes, o enxoval exibe um patchwork diferente, com tonalidades próximas em cinco padrões distintos. As mesinhas de estudo têm 75 cm de altura e tampo de laminado plástico. Um lambri de 1,25 m de altura circunda o ambiente.



Via  Casa Claúdia.

2 comentários:

  1. ola, gostaria se saber aonde encontro aquelas camas de estrutura tubular das trigemeas ... obrigada

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  2. Prezada,

    Na Tok&Stok você encontra produtos em estrutura tubular semelhante ao do quarto das trigêmeas.

    Até Mais.

    Marjorie Araujo

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